sábado, 29 de novembro de 2008
Ai ai ai......trabalhando mucho pa acabar o curso.
venho por este meio informar que tou cheia de saudades de tod@s.
i'll be free one day....e licenciada também...ahahaah
muak pa tod@s
obrigada pierre por les musiques (nao sei se e assim que se escreve).
Ps: se alguem puder avisar o carsten (nao tenho dinheiro no tele) depois de dia 12 de dezembro tou livre pa fazer o circuito que ele precisa, só precisamos de combinar horas. obrigado a quem avisar.
Tatis
domingo, 23 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
lista lista lista
Há músicas que gostariam de ouvir ao abrirem este blog? Então é só deixarem um comentário (por baixo deste post) em que aparece claramente o nome do/a cantor/a ou da banda e o título. Eu adicionarei na lista assim que puder (quer dizer, um dia destes... hehe)
Beijinhos
Amo-voz
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
DJ Irmão's back!
primeiro, peço desculpa por não dar noticias há muito, só que neste momento ando com muito trabalho, mesmo muito. Mas... mas... hoje é um grande dia de saudades, tá muito mau tempo lá fora, ainda é Novembro em Toulouse, mas já faz um frio que não estou a aguentar. Devo dizer que fiquei um pouquinho triste, e comecei a pensar em vós. Depois, decidi matar a saudade, pus-me a ouvir músicas, e quis partilhar este momento convosco. Portanto, coloquei a lista no leitor do blogue.
Enjoy it!
Beijinhos
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Pataneka lutadora lidera trabalhadoras na ocupação da fábrica
A fábrica chega ao fim do ano com um volume de negócios de 900 mil euros e as dívidas liquidadas, com a produção a atingir 850 camisas diárias, um recorde naquela empresa. A administradora Conceição Pinhão, que liderou a luta das trabalhadoras contra a deslocalização e a ocupação da fábrica, disse ao Jornal de Notícias que agora "é a altura de começar a respirar fundo".
Em Novembro de 2004, após a tentativa falhada de roubar as máquinas durante a noite, os antigos patrões abandonaram os 90 trabalhadores, deixaram dívidas de 250 mil euros e encomendas por satisfazer. A diferença entre a anterior gestão dos alemães e a actual gestão as trabalhadoras tem reflexos ao nível do aumento da produção com uma média de mais 100 a 150 camisas por dia do que há três anos.
Retirado de www.esquerda.net
Uma outra Grande Mulher
com energia, lembrando bons momentos. Assim que decidí estar atente
para saber o nome daquela mulher que estava a cantar.
Pouco depois reparei que aqueles minutos em "on" eram uma homenágem,
Miriam Makeba tinha falhecido em Italia facia umas poucas horas, e issa
era a razão de prencher uns minutos de manhá na radio.
Depois de uma pesquissa na net, agora sei que a mulher que me fez começar
um bon dia foi uma grande lutadora, além de cantora, a favor da paz e em contra
do racismo e o apartheid, movimento de oprissão no seu próprio pais.
Se querem saber um pouco mais:
http://es.wikipedia.org/wiki/Miriam_Makeba
Ahhh!! Oussam isto, com certeza que já conhecem!!
http://www.youtube.com/watch?v=e-VrfadKbco&feature=related
Beijo grande,
luta pataneka!!
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Dar a volta ao Bairro Alto
António Costa segue uma linha que não é novidade: depois de Santana Lopes apertar os horários dos bares (em obediência aos apetites de empresários de "outras noites") e encher o Bairro de câmaras de videovigilância - justificadas pelo controlo do trânsito condicionado na zona -, depois dos últimos anos nos terem trazido a presença crescente e desproporcionada da polícia nas ruas, junta-se agora o encerramento obrigatório dos bares às 2 horas da manhã, associado a outras medidas incluídas no Plano de Integrado de Intervenção no Bairro Alto - sugestivamente apelidado de "Vamos dar a volta ao Bairro Alto". "Combate ao graffiti" e "mais segurança", mas também medidas que são pouco mais de que prometer o óbvio, como tratar da iluminação e a limpeza do espaço.
É fácil perceber qual é a "volta" do Costa. No passado sábado, quem cruzasse o Bairro Alto às 3 da manhã, encontrava ruas quase desertas e grupos de polícias ao dobrar da próxima esquina. Um cenário "inseguro", afinal, que lembra zonas de excepção. Era este o efeito do "plano", logo no "dia 2" do Bairro Alto com que António Costa sonha: a "segurança" são agora os "coletes amarelos", polícias zelosos, que fecham bares e transformam aquelas ruas num palco estranho e militarizado.
A verdade é que esta iniciativa é mais um passo na erosão dos espaços de encontro e convívio que, com todas as transformações próprias da evidente mercantilização da "noite" e de tudo o resto, ainda têm um carácter "popular".
Sim, popular: porque, mesmo não ignorando que a night que tem a ganhar com a imposição clean já está naquelas ruas, é ainda ali que se encontram muitas pessoas com carteiras menos preparadas para os "consumos mínimos". Aliás, quer seja através de iniciativas semelhantes ou resultando do zelo selectivo da ASAE, assistimos à desertificação dos espaços de cultura e convívio por esse país fora. É uma nova agressividade na regra que impõe o esvaziamento de espaços que não respeitam suficientemente as novas ambições deste mercado.
Em Lisboa, basta nomear o recente e tristemente conhecido caso do Grémio Lisbonense, em que os interesses privados não autorizaram um espaço (associativo, já agora) que era de toda a gente: a Câmara deixou que o deserto Rossio, no coração da cidade, se mantenha um território interdito às pessoas que vivem e passam por Lisboa.
É preciso dizer que é disto que se trata. É preciso deslocar a discussão da falsa oposição entre moradores e frequentadores da "noite do Bairro". É preciso dizer que este novo Bairro Alto não está a ser devolvido a ninguém. Está a ser capturado por uma lógica autoritária, em vários sentidos, e por objectivos que pouco têm a ver com os moradores. Aliás, são muitas as opiniões de gente que mora no Bairro Alto contra esta medida. Talvez porque pressintam que, além de tudo o resto, são apenas um apontamento numa agenda que não os inclui nem aos seus interesses - por exemplo, melhorar as condições de habitabilidade, de noite e de dia.
Com paredes mais "limpas", mais câmaras a filmar as ruas e mais polícia ou gente transferida para fora dos bares mais cedo não se investe um cêntimo no que verdadeiramente interessa a quem lá vive. O Bairro que aí vem é o Bairro sobretudo das casas de fado, marialva e patusca, para turista ver e consumir num pacote-tradição, abrindo ainda o flanco para a especulação imobiliária que exige conquistar moradores com outras bolsas. É este o "plano". Responder-lhe tem que ser bem mais do que a sugestão do desconforto por perder "o(s) meu(s) bar(es) de sempre": tem que ser afirmação do direito a uma cidade para as pessoas. Em Lisboa e em todo o lado.
Tiago Gillot in http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=8967&Itemid=130
domingo, 2 de novembro de 2008


Nós por cá...Afinal a nacionalização de bancos já chegou aqui à terrinha...justamente àqueles que pertencem aos políticos laranjas; o bairro fecha às 2 da manhã ignorando a cultura e a história daquela zona da cidade, boémia, fadista, alcoólica e safada.
Mesmo assim, e como reza a história, "da necessidade surge o engenho" por isso enquanto o governo fecha as portas da cidade às pessoas, as pessoas abrem janelas escondidas, portões enferrujados, fechaduras empoeiradas.
E assim acontece lá para aqueles lados da colina norte da cidade...falamos, bebemos, dançamos naquela sala cheia de história e cultura popular, cheia de amig@s e memórias...cheia de vocês também :)
O frio chegou...mas os nossos corações continuam quentes...
Este é o meu MANIFESTO de AMOR dedicado aos irm@s da federação...que eles e elas nos acompanhem neste Outono.
Oxalá!

