A fábrica chega ao fim do ano com um volume de negócios de 900 mil euros e as dívidas liquidadas, com a produção a atingir 850 camisas diárias, um recorde naquela empresa. A administradora Conceição Pinhão, que liderou a luta das trabalhadoras contra a deslocalização e a ocupação da fábrica, disse ao Jornal de Notícias que agora "é a altura de começar a respirar fundo".
Em Novembro de 2004, após a tentativa falhada de roubar as máquinas durante a noite, os antigos patrões abandonaram os 90 trabalhadores, deixaram dívidas de 250 mil euros e encomendas por satisfazer. A diferença entre a anterior gestão dos alemães e a actual gestão as trabalhadoras tem reflexos ao nível do aumento da produção com uma média de mais 100 a 150 camisas por dia do que há três anos.
Retirado de www.esquerda.net
Nenhum comentário:
Postar um comentário